terça-feira, 8 de outubro de 2013

Outubro Rosa

Pode ser empinado, siliconado, pequeno ou separado.
Não importa o tipo, está todo mundo sujeito a desenvolver o Cancêr de mama.
Em outubro e em todos os meses do ano declare seu amor por você mesma. Um toque pode mudar sua vida.
Mulher consciente luta contra o Cancêr de mama.

 Outubro rosa o mês de luta e prevenção contra o Cancêr de mama.
Da sim  pra tirar um tempinho para você mesma.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A adolescência acaba aos 25 anos?


A adolescência acaba aos 25 anos?

Atualizado em  28 de setembro, 2013 - 06:36 (Brasília) 09:36 GMT

Psicólogos infantis estão trabalhando com uma nova faixa etária, que vai de 0 a 25 anos
Psicólogos britânicos especializados no tratamento de jovens estão sendo orientados a considerar que hoje a adolescência vai até os 25 anos.
"Estamos nos tornando mais conscientes e valorizando o desenvolvimento que vai além (de 18 anos) e eu acho que é uma boa iniciativa", diz a psicóloga infantil Laverne Antrobus, da Clínica Tavistock de Londres.
"A ideia de que de repente aos 18 anos você é adulto não parece real," diz Antrobus.
"Na minha experiência com jovens eu percebi que mesmo depois dos 18 anos eles ainda precisam de muito apoio e ajuda."
Psicólogos infantis estão trabalhando com uma nova faixa etária, que vai de 0 a 25 anos, e não mais de 0 a 18 anos.

Desenvolvimento contínuo

A ideia por trás da nova orientação é ajudar a garantir que, ao completar 18 anos, os jovens possam usufruir do mesmo amparo e tratamento que vinham tendo dos sistemas públicos de saúde e educação.
A mudança acompanha os desenvolvimentos em relação à nossa compreensão sobre maturidade emocional, desenvolvimento hormonal e atividades específicas do cérebro.
"A neurociência tem feito esses enormes avanços que mostram que o desenvolvimento não para em uma determinada idade, e que há evidência de evolução do cérebro além dos vinte e poucos anos e que, na verdade, essa pausa no desenvolvimento acontece muito mais tarde do que pensávamos", diz Antrobus.
Existem três fases da adolescência — a adolescência inicial, que vai dos 12 ao14 anos; a adolescência intermediária, dos 15 ao17 anos; e adolescência final, dos 18 anos para cima.
A neurociência tem mostrado que o desenvolvimento cognitivo de um jovem segue adiante neste último estágio, e que sua maturidade emocional, autoimagem e julgamento serão afetados até o córtex pré-frontal do cérebro se desenvolver totalmente.
Juntamente com o desenvolvimento do cérebro, a atividade hormonal também continua até os vinte e poucos anos, diz Antrobus.
"Eu encontro crianças e jovens entre 16 e 18 anos com uma atividade hormonal tão grande que é impossível imaginar que esta vá se estabelecer no momento em que completarem 18 anos", diz Antrobus.
Ela diz que alguns adolescentes podem querer ficar mais tempo com suas famílias porque eles precisam de mais apoio durante esses anos de formação, e que é importante que os pais percebam que nem todos os jovens se desenvolvem no mesmo ritmo.

Jovens infantilizados

Há algum indício de que poderíamos estar criando uma nação de jovens que relutam em deixar a adolescência para trás?
Programas de televisão estão repletos desses estereótipos de jovens adultos que não querem assumir as responsabilidades da vida adulta.
E há aqueles personagens que querem romper com seus pais ou responsáveis autoritários e super protetores e virar adultos, mas têm dificuldade em cortar os laços familiares.
Frank Furedi, professor de sociologia na Universidade de Kent, diz que temos jovens infantilizados e que isso levou a um número crescente de homens e mulheres que aos vinte e poucos anos ainda vivem em casa.
"Questões econômicas são normalmente usadas como desculpa, mas na verdade não é esse o real motivo", disse Furedi.
"Há uma perda da aspiração por independência e um medo de viver sozinho. Na época em que fui para a faculdade, ser visto com os pais significava uma morte social, enquanto que hoje é uma norma."
"Então temos hoje esse tipo de mudança cultural que significa, basicamente, que a adolescência se estende em seus vinte e tantos anos, e que isso pode prejudicar você de várias maneiras. Eu acho que o que a psicologia faz é, inadvertidamente, reforçar esse tipo de passividade, impotência e imaturidade e normaliza essa situação. "

A série de TV americana 'Girls' fala sobre as dificuldades do início da vida adulta
Furedi diz que essa cultura infantilizada intensificou a sensação de "dependência passiva" que pode dificultar as relações adultas.
"Há um crescente número de adultos que estão assistindo filmes infantis no cinema," disse Furedi. "Se analisarmos os canais infantis de televisão nos Estados Unidos, veremos que 25% da audiência são adultos, e não crianças."
Ele não concorda que o mundo moderno seja mais difícil para os jovens viverem.
"Eu não acho que o mundo tenha se tornado mais cruel, mas a questão é que temos protegido demais as nossas crianças desde cedo. Quando elas têm 11, 12, 13 anos, não as deixamos sair sozinhos. Quando elas têm 14, 15 anos, nos metemos tanto na vida deles que os privamos de uma experiência de vida real. Tratamos estudantes de universidade da mesma maneira que tratávamos alunos de escola, e é esse tipo de efeito cumulativo de infantilização que eu acho ser o responsável por isso."

Rito tradicional

Mas será que os pais devem realmente incentivar mais os adolescentes a traçar o seu próprio caminho no mundo?
A série de televisão Girls — em que a personagem central Hannah Horvath luta com a vida adulta — capturou o zeitgeist (espírito da época). Os pais de Hannah não a ajudam mais financeiramente e ela tem que morar sozinha e cometer seus próprios erros.
Um dos ritos tradicionais de passagem para a vida adulta foi sempre sair de casa, mas a apresentadora de televisão, especialista em propriedades, Sarah Beeny, diz que os adolescentes não precisam sair da casa dos pais a fim de aprender a ser independentes, e que há enormes vantagens quando gerações diferentes vivem juntas.
"A solução para não se ter jovens inúteis de 25, 30 anos de idade vivendo com os pais não é colocá-los para fora da casa, e sim fazê-los lavar sua própria roupa, cuidar de seus gastos, pagar as contas, assumir a responsabilidade pela limpeza de seu quarto e não deixar que eles se acostumem é ter tudo feito para eles", diz Beeny.
Ela diz que os pais devem desempenhar um papel no ensino de responsabilidades-chaves, e que os jovens, em troca, podem manter seus pais atualizados.
"Eu sei que soa como um sonho utópico, mas é provavelmente o que deveríamos estar buscando. Para mim, esse é o Santo Graal... nem todo mundo que vive sozinho, em sua própria casa, está pensando: ótimo, eu estou pagando uma hipoteca."
Com tamanha atividade hormonal, e com a adolescência durando mais tempo do que se pensava, como saberemos quando realmente atingimos a idade adulta?
Para Antrobus, é quando a independência "parece algo que você deseja muito e pode adquirir".
Mas para aqueles adolescentes eternos entre nós, talvez a definição de Beeny seja mais apropriada.
"Para mim, a vida adulta é perceber que não há adultos e que todo mundo está sendo levado pela vida", diz Beeny.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Substantivos


Os substantivos são palavras que usamos para nomear os seres e as coisas. Possuem classificação e flexionam-se em gênero, número e grau.
v  Concretos: Quando tratam de coisas reais, ou tidas como reais.
v  Abstratos: Quando tratam de estados e qualidades, sentimentos e ações.
v  Simples: Quando formados por um só radical.
v  Compostos: Quando possuem mais de um radical.
v  Primitivos: Quando não derivam de outra palavra da língua portuguesa.
v  Derivados: Quando derivam de outra palavra da língua portuguesa.
v  Comuns: Quando se referem a seres da mesma espécie, sem especificá-los.
v  Próprios: Quando se referem a seres, pessoas, entidades determinados. São escritos sempre com inicial maiúscula.
v  Coletivos: Quando se referem a um conjunto de seres da mesma espécie.
v  Masculino: Quando podem ser precedidos dos artigos o ou os.
v  Feminino: Quando podem ser precedidos dos artigos a ou as.
v  Epicenos: Quando um só gênero se refere a animais macho e fêmea.
v  Sobrecomuns: Quando um só gênero se refere a homem ou mulher.
v  Comuns de dois gêneros: Quando uma só forma existe para se referir a indivíduos dos dois sexos.
v  Singular: Quando se refere a um único ser ou grupo de seres.

v  Plural: Quando se refere a mais de um ser ou grupo de seres.

Paródia da música Segredos Banda Hori

Substantivos

Agora eu sei o que substantivos são.
Eu sei nomeiam seres, lugares e ações, eu sei.
Também qualidades e sentidos sim.
Agora eu sei também como classificar,
Sobre sua formação queremos lhe falar.
E eu quero te ensinar.
São simples, compostos, primitivos e derivados. Sim...
Eu sei são comuns e próprios sim
Mas também são coletivos e abstratos são
E concretos

A flexão de gênero é fácil de entender.
Gênero masculino e feminino para você.
E eu... Diz o significado vai mudar.
Agora eu sei que posso te fazer pensar
Na flexão do número, em plural ou singular


E eu... Composto nem sempre é tudo plural
Ouça bem o grau...
Eu sei tudo aumenta e diminui sim.
É sempre “ão” ou “inha”




sábado, 21 de setembro de 2013

Conto Batendo Orelha


https://www.youtube.com/watch?v=-loM87t-4BI
Vídeo do conto Batendo Orelha
    
Batendo Orelha (João Simões Lopes Neto)

      Nasceu o potrilho, lindo e gordo, filho de égua boa leiteira, crioula de campo de lei.       
        
        O guri era mimoso, dormindo em cama limpa e comendo em mesa farta.


        Já de sobreano fizeram uma recolhida grande, sentaram-lhe uns pealos, apertaram-no pelas orelhas e pela
cola e a marca em brasa chiou-lhe na picanha.
         
        Andaria nos oito anos quando meteram-lhe nas mãos a cartilha das letras e o mestre-régio começou a indicar-lhe as unhas, de palmatoadas.  
        
        O potrilho couceou, na marca. O menino meteu fios de cabelo nos olhos da santa-luzia...

        Em potranco acompanhava a manada e retouçava com as potrancas, sem mal nenhum.

        O rapazinho rezava o terço e brincava de esconder com as meninas… o que custou-lhe uma sapeca de vara de marmeleiro.

        Quando o potrilho foi-se enfeitando para repontar, o pastor velho meteu-lhe os cascos e mais, a dente, botou-o campo fora: fosse rufiar lá longe!...

        O gurizote, já taludo, quis passar-se de mais com uma prima...; o tio deu-lhe um chá-de-casca-de-vaca, que saiu cinza e fedeu a rato!...

        O potro andava corrido, farejando... Mas nem uma petiça arrastadeira d’água e poronguda, achou, para
consolo da vida. Té que o caparam.

        O mocito, que era pimpão, foi mandado incorporar. Sentaram-lhe a farda no lombo.

        Mal sarou da ferida o potro foi pegado: corcoveou, berrou; quebraram-lhe a boca a tirões, dividiram-lhe a
barriga com a cincha; quis planchar-se, e lanharam-lhe as virilhas a rebenque e as paletas a roseta de espora.
Tiraram-lhe as cócegas... Ficou redomão.

        O recruta marcou passo, horas, pra aprender; entrou na forma; agüentou descomposturas; deu umas
bofetadas num cabo e gurniu solitária e guarda dobrada, por quinze dias. Cortaram-lhe os cabelos à escovinha e
ficou apontado. Era o faxineiro do esquadrão.

        Houve uns apuros de precisão… O rocim foi vendido em lote, para o regimento.

        Tocou a reunir: era uma ordem de marcha, urgente. O faxineiro recebeu lança, espadão e tercerola.

        Quando a cavalhada chegou o primeiro serviço dos sargentos foi assinalar os novos; era simples e ligeiro: um talho de faca na orelha, rachando-a. Bagual assim, virava reiúno.

        Quando tocou o bota-sela, o faxineiro estava na porteira, de buçal na mão, esperando a vez. O laçador laçava, chamava a praça e esta enfrenava... e cada um roia o osso que lhe tocava.
        — Chê! Enfrena!...
        Foi o reiúno que caiu pro recruta.

        Aí se juntaram os dois parecidos, o bicho e o homem. E a sorte levou os dois, de parceria, pelo tempo adiante. Curtiram fome, juntos, cada um, do seu comer, E sede. E frio. E cansaço, mataduras e manqueiras; cheiros de pólvora e respingos de sangue, barulho de músicas, tronar grosso e pipoquear, nas guerrilhas de 65.

        E de saúde, assim, assim... Um teve sarnagem, o outro apanhou muquiranas; se um batia a mutuca, o outro caçava as pulgas.
         
        Quando, no verão, o reiúno pelechava, também o faxineiro deixava de sofrer dores de dentes.

        Passados anos o mancarrão já nem engordava mais, e todo ovado estava. O fiscal do regimento, sem uma palavra de — Deus te pague — mandou vendê-lo em leilão, como um cisco da estrebaria. Um carroceiro comprou-o, por patacão e meio, com as ferraduras.

        Passados anos o praça aquele teve baixa, por incapaz, com o bofe em petição de miséria; e saiu da fileira sem mais família e sem saber oficio. Saiu com cinco patacas, de resto do soldo, e sem o capote. Foi então ser carregador de esquina.

        O reiúno apanhava do carroceiro, como boi ladrão!

        O carregador levava dos fregueses descompostura, de criar bicho!

        O reiúno deu em empacar.

        O carregador pegou a traguear.

        O carroceiro um dia, furioso, meteu o cabo do relho entre as orelhas do empacador e... matou-o.

        A policia uma noite prendeu o borrachão, que resistiu, entonado; apanhou estouros… e foi para o hospital,
golfando sangue; e esticou o molambo.

        O engraçado é que há gente que se julga muito superior aos reiúnos; e sabe lá quanto reiúno inveja a sorte da gente...

domingo, 8 de setembro de 2013

Paráfrase da reportagem

                 Hoje em dia os assassinatos há adolescentes são muito frequentes, no caso da reportagem a menina assassinou a Bianca pois não estava conformada com o fim do namoro entre as duas. Um caso que acontece muito com adolescentes, eles levam muito a sério os relacionamentos, e não percebem que isso pode fazer muito mal a eles um dia prejudicando sua própria vida (social e pessoal). Os jovens e adolescentes devem ter cuidado na hora de assumir relacionamentos pois eles podem trazer futuramente feridas incuráveis no pensamento.

Adolescentes confessam morte de estudante

     Duas adolescentes, de 16 e 17 anos, confessaram, segundo a Polícia Civil, o assassinato da universitária Bianca Mantelli Pazinatto, de 18 anos, na cidade de Jataí (GO), na segunda-feira. A moça foi esfaqueada e encontrada na casa de uma das adolescentes. A principal hipótese é de crime passional. Uma das menores não se conformava com o fim do namoro com Bianca. As duas já foram apreendidas.


O Estado de S.Paulo
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,adolescentes-confessam-morte-de-estudante-,1059061,0.htm

Coisa de adolescente

Coisa de adolescente 


Numa novela, outro dia, o mesmo texto: mulher recém-separada, mais de 50 anos, declarando-se apaixonada feito... feito o quê? Feito uma advogada, feito uma manicure, feito uma professora? Não, feito uma adolescente.

Nem eu escapo. Outro dia, recebi uma cantada de um guapo nada desprezível, e do alto dos meus 43 anos - 16 de casada -, me senti igualmente uma menina. Ora vejam, só por causa de uma cantada inocente que não levou a nada, só por causa da nostalgia que me provocou.

Qual é? Agimos como se apenas os adolescentes tivessem o direito de vibrar. Como se adrenalina correndo nas veias fosse um direito exclusivo deles. Como se homens e mulheres maduros não pudessem se divertir, não pudessem azarar sem compromisso, não pudessem se presentear com instantes de total curtição. Quem declarou que isso seria um desajuste? Nós mesmos, quem mais.


Entusiasmo não é coisa de adolescente: é coisa de gente grande. Vou além: é coisa de gente velha, inclusive. Coisa de adolescente é depender de ajuda financeira dos pais, passar a madrugada bebendo cerveja em posto de gasolina, andar sempre em turma. E até isto não é propriedade privada deles. Mas entusiasmo, vibração, paixonite? Que insistência burra esta nossa ao afirmar, cada vez que vivemos algo novo e excitante, que estamos em surto de adolescência. Isso sim é falta de maturidade. Os maduros de verdade sabem que estão sujeitos a vibrações em qualquer etapa da vida. Alguém está morto aí? Eu, não.


Sei que é difícil, mas vou tentar nunca mais dizer que um entusiasmo é "coisa de adolescente". É desrespeitoso com eles, que quase sempre amam com mais intensidade do que nós. E desrespeito conosco, porque nós, os que julgam que tudo viram e tudo sabem, ainda iremos nos surpreender muito nesta vida.
Martha Medeiros


        Paráfrase da Crônica Coisa de Adolescente de Martha Medeiros

Nessa crônica o apelo vai para as diversas pessoas que descobrem um adolescente dentro de si em uma etapa da vida. Como atos e ações de pessoas uma simples conversa com demais individuo de outras classes podemos descobrir que não são apenas os adolescentes que tem uma maneira de brilhar e ter entusiasmo os outros de outras faixas de idades também tem esse direito.


Apresentação

Olá blogueiros de plantão, Somos alunos do Colégio Tiradentes da Brigada Militar de Santo Ângelo cursando o 1° ano do Ensino Médio. Buscamos por meio deste blog postar textos de vários gêneros textuais, nos quais serão avaliados pelas professoras Sandra Grasel de língua portuguesa e Elizá da Fontoura de redação. Os textos serão baseados no assunto Adolescência. Componentes do grupo: Bárbara Massalai  Meotti, Eugênio Junior Warpechovski, Paula Bica Flores e Suzana Diel Boligon.
Estamos felizes pela sua participação, não esqueça de participar do blog deixando seu comentário e também votando na nossa enquete. Um grande Abraço!